14 de out de 2017

Fotografia é tema de workshop voltado a deficientes visuais

Jornal Cruzeiro do Sul

Teco atua como fotógrafo, registrando as experiências visuais de quem enxerga o mundo com apenas 0,5% da visão - TECO BARBERO / DIVULGAÇÃO

O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (Macs) realiza, a partir de segunda-feira, dia 16, o workshop “Olhar sensível”, que será ministrado pelo jornalista e fotógrafo Teco Barbero a um grupo de deficientes visuais.
Haverá aulas nos dias 16, 17, 23, 25 e 30 de outubro e no dia 1 de novembro, sempre das 14h às 16h, no galpão do Macs (av. Dr. Afonso Vergueiro, 280 -- ao lado da antiga Estação Ferroviária de Sorocaba). Informações sobre inscrições podem ser obtidas pelo email: macs@macs.org.br. É necessário que o participante tenha idade superior a 12 anos e esteja acompanhado de alguém sem deficiência visual durante o curso.
Durante a parte prática do workshop ministrado por Teco Barbero, que é deficiente visual, os participantes terão contato com os equipamentos e aprenderão a forma correta de posicionar as câmeras. O fotógrafo fala que, durante esse processo de aprendizagem espacial, é importante que a pessoa esteja atenta aos sons do ambiente, além da utilização do tato para encontrar pontos de referência.
Do material produzido no curso será organizada uma exposição prevista para o início de 2018. As fotografias serão escolhidas por uma curadoria do Macs e impressas em alto-relevo com uma nova tecnologia, permitindo a visita tátil das obras.
De acordo Silvana Sarti, artista visual e organizadora do evento, o intuito da iniciativa é possibilitar que pessoas com deficiência visual possam fotografar, contribuindo para suas percepções de localização espacial, além de propiciar integração com a família e a sociedade. “Notamos que muitos deficientes visuais demonstravam interesse em se aproximar da arte, mas não se sentiam acolhidos”, explica a organizadora, que já realizou visita guiada pelo museu destinada a deficientes visuais.
O departamento educativo do Macs já atua na inserção do deficiente visual em sua equipe de trabalho. Recentemente, com o apoio da Associação Sorocabana de Atividades para Deficientes Visuais (Asac), os visitantes tiveram a oportunidade de visitar a exposição BienalSur (que segue em cartaz até o dia 4 de novembro).
O olhar através da alma
Formado em jornalismo pela Uniso, Antônio Walter Barbero, o Teco, relata que sempre foi apaixonado pela comunicação. Em 2002, recebeu proposta do então documentarista Werinton Kermes para participar de curso de fotografia para deficientes visuais. Em princípio, o que parecia ser impossível tornou-se uma motivação para a quebra de barreiras. Desde então, Teco atua como fotógrafo, registrando as experiências visuais de quem enxerga o mundo com apenas 0,5% da visão.
Em 2010, Teco começou a dar aulas voluntárias em um minicurso de fotografia em São Paulo. Desde então, viajou por diversas regiões do país, com o objetivo de ensinar a arte da fotografia. “Nós, deficientes visuais, que nos aventuramos pela arte da fotografia, provamos que, para quem captura imagens, a luz não é o mais importante, pois nós fazemos fotos com a sensibilidade da nossa alma”, ressalta Teco.
Essa é a segunda parceria do fotógrafo com o Macs. Em setembro, ele realizou cobertura fotográfica no museu durante a abertura da Bienal Internacional de Arte Contemporânea da América do Sul (BienalSur). Mais informações: (15) 3233-1692.



Teco Barbero cobre a Tecno FACENS 2017

Realizada entre os dias 9 e 11 de outubro de 2017, o tradicional evento de exposição de projetos dos estudantes de engenharia da FACENS (Faculdade de Engenharia de Sorocaba), foi registrado pelo olhar do jornalista e fotógrafo Teco Barbero.
O evento, aberto à comunidade, oferece aos alunos a oportunidade de mostrarem seus projetos aos familiares, empresas e futuros interessados nos diversos cursos de engenharia.
A Tecno FACENS contou com estandes relacionados às engenharias e núcleos de projetos da faculdade e com palestras temáticas, como a história de vida de Mateus Tomoto, que foi selecionado para estudar nos Estados Unidos; e os relatos de vida do jovem Andrei Weber, que com apenas 12 anos de idade já é um fenômeno do YouTube, onde em seu canal mostra sua vida no campo e como é apaixonado por engenharia Agronômica.
O auditório ficou lotado com a presença de estudantes de várias escolas da região metropolitana de Sorocaba, que além de assistirem às palestras puderam participar de oficinas de engenharias como Computação e jogos, Mecânica, Elétrica, Agronômica, Arquitetura e Cível.
Em eventos como esse, estudantes podem conhecer melhor os cursos e assim decidirem com mais clareza o futuro acadêmico que pretendem seguir.

Fotos: Teco Barbero



















 Foto da tela onde mostra o canal de Andrei Weber no YouTube

 Andrei em entrevista ao repórter Rodrigo Postigo da TV FACENS


Alunos participam da oficina de computação e jogos

 Tela de um dos jogos
 Alunos visitam o laboratório de engenharia de alimentos

 Alunos conhecem o laboratório de química





 Estudantes no Farme Labe laboratório de engenharia Agronômica

 Alunos mexem em computadores no laboratório de engenharia elétrica

 Oficina de engenharia elétrica 
Menina estudante segura robozinho nas mãos




Oficina da Tecno FACENS 
Alunos de varias escolas da região fazem a oficina de engenharia mecânica com um carro tipo fora de estrada feito por estudantes de engenharia mecânica.

 Em uma área verde de convivência da FACENS, o garoto de apenas 12 anos faz um vídeo no celular para o canal dele no YouTube que já tem mais de 25 mil seguidores. No vídeo ele conta como foi sua experiência na faculdade.

Equipe de marketing da FACENS com o YouTuber e palestrante convidado. 
Da esquerda para a direita, os componentes da equipe todos de camisetas pretas com Tecno FACENS escrito em branco: Letícia, Teco, Bruno, Paula e Monique. À frente está Andrei Weber



Da esquerda para a direita:
 De camisa polo vermelha e chapéu de palha bege é o YouTuber Andrei Weber; de camiseta preta o diretor da FACENS, Paulo Carvalho; de camiseta preta é a coordenadora do curso de engenharia Agronômica ,Thais Avancini ,e de camisa social é o senhor Weber, pai de Andrei

8 de out de 2017

Histórias de Baixa Visão

O lançamento oficial do livro Histórias de Baixa Visão será realizado no dia 18 de novembro (sábado), às 15h na Feira do Livro de Porto Alegre (Sala Oeste do Santander Cultural).
O título estará disponível durante a programação de toda a Feira do Livro, mas quem desejar já pode adquirir seu exemplar a partir de agora através do site da editora em https://editoracrv.com.br/…/…/32599-historias-de-baixa-visao

O jornalista e fotógrafo Teco Barbero é um dos autores do livro e, no vídeo abaixo, fala um pouco sobre a sua participação na obra. Confira, compartilhe!
#HistóriasdeBaixaVisão
#Livro
#BaixaVisão




Teco Barbero apresenta livro “Histórias de baixa Visão”




Teco Barbero apresenta livro “Histórias de baixa Visão”, em que é um dos coautores. Visitem o blog de fotografia e inclusão social: http://tecobarbero.blogspot.com, e as páginas Olhar Diferente e
Livro Histórias de Baixa Visão

Foto pra todos verem:
Fotografia no formato retangular, na vertical, da cintura pra cima, de Teco Barbero em fundo branco.
Teco é branco, de olhos e cabelos castanhos. Ele sorri. Usa camiseta polo preta, com listras brancas na gola. Está com os braços flexionados. Segura um livro.

AD do livro: livro verde. Do topo para a base, o tom de verde fica gradualmente mais claro.

Na metade superior, alinhado à esquerda, em letras maiúsculas, brancas, na fonte arial black, o título:
“HISTÓRIAS DE” e, na linha debaixo, “BAIXA VISÃO”.

Na metade inferior, em fonte menor, em branco, alinhado à esquerda, em fonte arial black, em letras maiúsculas:
"MARIANA BAIERLE".

Abaixo, entre parêntesis “()”, em branco e em arial black, “organizadora”.

Na base da capa aparece o logotipo da editora Moura S.A.: um M em um círculo verde, sobre o nome Moura S.A.


Audiodescritora: Fernanda Serra Carramate

30 de set de 2017

Teco Barbero é coautor do livro “Histórias de Baixa Visão”



O VER É DIFERENTE PARA TODOS

Por: Luciane Franzoni Reinke – jornalista e mestre em Letras



Em todo o Brasil temos seis milhões e meio de pessoas com deficiência visual. Desse total, conforme o último Censo do IBGE, 500 mil são cegas. Os outros 6 milhões de indivíduos tem baixa visão. E o que significa ter baixa visão? Este é o nome genérico para designar um nível de visão inferior a 30% - quando a pessoa possui um resíduo visual bastante útil em diversas situações cotidianas.
A baixa visão é ocasionada em função de diabetes, catarata, glaucoma, retinose pigmentar, problemas na mácula, nervo ótico, retina, entre outras questões congênitas ou adquiridas ao longo da vida. Este grupo de pessoas, embora seja a maioria dentro do universo da população com deficiência visual, ainda é pouco conhecido e compreendido socialmente.
O livro “Histórias de Baixa Visão”, organizado por Mariana Baierle – jornalista e mestre em Letras -, busca trazer visibilidade ao segmento, mostrando que se trata de uma maneira muito própria de enxergar e de se relacionar com o mundo, o que coloca estes sujeitos em uma posição intermediária entre a cegueira e a visão dita “normal”. Mais do que esclarecer e chamar atenção para o elevado número de pessoas com baixa visão, a obra nos leva à bela reflexão de que ninguém no mundo enxerga de forma igual, independente do nível clínico de visão. Essa perspectiva nos conduz a um passeio na voz de 19 autores que contam as suas experiências, mostrando as diversas nuances do tema. Será que todas as pessoas com baixa visão e cegos tem os mesmos desafios? Existe uma regra geral de desenvolvimento, de adaptações e de aceitação? São perguntas que dentro deste âmbito muitos devem se questionar, como pais, professores, amigos, sociedade em geral.
O conhecimento de quem vive na prática os desafios de estar em um mundo que não é projetado para quem tem alguma diferença ou foge dos padrões da dita “normalidade” é essencial para repensarmos esses padrões. Nesse sentido, o livro dá a exata dimensão de como cada indivíduo vive e se insere no mundo a partir de um olhar próprio.
Conhecer as histórias de Adenirce Davi, André Werkhausen Boone, Ariane Kravczyk Bernardes, Fernanda Shcolnik, Franciele Brandão, Gabriel Pessoa Ribeiro, Gilberto Kemer, Grazieli Dahmer, Maicon Tadler, Manoel Negraes, Mariana Baierle, Marilena Assis, Rafael Braz, Rafael Faria Giguer, Rafael Martins dos Santos, Renato D'Ávila Moura e Teco Barbero é passar a entender como cada ser humano pode enxergar de diversas maneiras. A obra relata também a experiência de duas professoras: Fernanda Cristina Falkoski e Heniane Passos Aleixo que atuam com pesquisa e ensino de pessoas com deficiência.
“Histórias de Baixa Visão”, uma publicação da Editora CRV através do selo MouraSA, encontra-se dividido em quatro grandes partes e 19 capítulos. É um livro cheio de sentimentos, estruturando-se assim: Parte I - Descoberta e ressignificação da baixa visão; Parte II - O uso da bengala: entre a negação, a aceitação e a autonomia; Parte III - Episódios difíceis, cômicos ou inusitados da baixa visão; Parte IV - Além do que não se pode ver e ouvir: baixa visão e as intersecções com a surdocegueira.
Venha se emocionar com uma obra que veio para mostrar o quanto é importante o respeito às diferenças e o quanto podemos sempre aprender uns com os outros. O lançamento será na 63ª Feira do Livro de Porto Alegre, Praça da Alfândega (Centro Histórico). Haverá um bate-papo com os autores na Sala Oeste do Santander Cultural, no dia 18 de novembro (sábado), às 15h. A obra estará disponível na Feira do Livro ou no próprio site da Editora CRV a partir de novembro. Acompanhe também a página no Facebook: Livro Histórias de Baixa Visão.

SERVIÇO:
O quê: Lançamento do livro Histórias de Baixa Visão e bate-papo com os autores
Quando: 18 de novembro (sábado)
Local: 63ª Feira do Livro de Porto Alegre – Santander Cultural – sala Oeste
Horário: 15h
Autores: Mariana Baierle (organizadora), Adenirce Davi, André Werkhausen Boone, Ariane Kravczyk Bernardes, Fernanda Cristina Falkoski, Fernanda Shcolnik, Franciele Brandão, Gabriel Pessoa Ribeiro, Gilberto Kemer, Grazieli Dahmer, Heniane Passos Aleixo, Maicon Tadler, Manoel Negraes, Marilena Assis, Rafael Braz, Rafael Faria Giguer, Rafael Martins dos Santos, Renato D'Ávila Moura e Teco Barbero
Facebook: Livro Histórias de Baixa Visão

Fonte: http://tresgotinhas.com.br/o-ver-e-diferente-para-todos/





Disponível em formato impresso e digital: adquira o livro através do site da Editora CRV no link https://editoracrv.com.br/…/…/32599-historias-de-baixa-visao



#pratodosverem #descriçãodaimagem
A imagem vertical apresenta a capa do livro "Histórias de Baixa Visão" que tem o verde escuro como cor de fundo. Do topo para a base, a tonalidade do verde fica gradualmente mais clara.
Na metade superior da capa, alinhado à esquerda, o título da obra está escrito em letras maiúsculas. "HISTÓRIAS DE" está na primeira linha e "BAIXA VISÃO", na segunda. Também alinhado à esquerda, na metade inferior da capa, em fonte menor e em letras maiúsculas está escrito "MARIANA BAIERLE" e, abaixo, em letras minúsculas e entre parênteses está escrito "(organizadora)". Todas essas informações estão escritas em letras brancas.
Na base da capa, centralizado, aparece o logotipo da editora Moura S.A. Ele é representado por um círculo verde que contorna um "M" maiúsculo sobre o nome "MouraSA".

19 de set de 2017

Cliques da natureza

"O sol e a lua, cada um com sua luz própria proporcionam um fantástico espetáculo natural.
Para realizar essas fotos usei as percepções, o pouco resíduo visual e o controle da estabilidade do corpo para manter a câmera firme"
Teco Barbero




5 de set de 2017

Teco Barbero cobre evento no MACS

O jornalista e fotógrafo fotografou a abertura da exposição de arte contemporânea Bienalsur de artistas argentinos.
O evento é no Museu de Arte Contemporania de Sorocaba SP.
A presidente do museu, Cristina Delanhesi, fez a abertura e depois o público pode ser acompanhado pelos guias Jean e Giovanna Garcia Guerreiro que explicaram e mostraram tudo sobre as peças mesmo sem as enxergar.

Fotos: Teco Barbero